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Somos as melhores tangerinas C, os alunos da turma C do 6º ano da EB 2.3 Professor Lindley Cintra. Sejam bem-vindos! ^-^ Explorem este espaço, comentem-nos e voltem sempre. ~_~

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Encontro com a escritora Margarida Fonseca Santos

Recordando a passagem pela nossa escola da incrível escritora Margarida Fonseca Santos, confiram esta entrada no Bibliotequices e vejam o vídeo abaixo realizado pela Professora Florbela.

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Gabriel o Pensador - Linhas Tortas


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« Poemas a várias vozes »



Poemas de:
• Adolfo Casais Monteiro • Adriano Espínola • Alexandre O'Neill • Álvaro Magalhães • António Gedeão • António Ramos Rosa • Carlos Drummond de Andrade • Cassiano Ricardo • Daniel Faria • Eugénio de Andrade • Fernando Assis Pacheco • Fernando Pessoa • Herberto Helder • Inês Fonseca Santos • Jorge de Sena • José Carlos Vasconcelos • José Craveirinha • Manoel de Barros • Manuel Alegre • Manuel António Pina • Mário Cesariny • Paulo Leminsky • Ruy Belo • Sophia de Mello Breyner Andresen • Sylvia Orthof • Vasco Gato • Vasco Graça Moura • Viviane Mosé •

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cartazes de Poemas a Várias Vozes





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Uma Questão de Azul Escuro de Margarida Fonseca Santos

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têm de participar!!!

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"Vai trabalhar ó mandrião"

Grupo de Cantares Populares "As Camponesas de Riachos" - "Vai trabalhar ó mandrião" from MPAGDP on Vimeo.

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Questionário sobre Ulisses

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Tiago Pereira, "A alfabetização da memória"...

... e o património imaterial português:

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Teste sobre Ulisses


[Clicar na ligação e ir selecionando as respostas]

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Nuno Brito

Ainda a propósito do planeta, Nuno Brito faz aqui música usando a Natureza, sobretudo a Água. Ora vejam:

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apontamento musical e histórico I

"Grândola, Vila Morena" é a canção composta e cantada por Zeca Afonso que foi escolhida pelo Movimento das Forças Armadas (MFA) para ser a segunda senha de sinalização da Revolução dos Cravos.
A canção refere-se à fraternidade entre as pessoas de Grândola, no Alentejo, e teria sido banida pelo regime salazarista como uma música associada ao Comunismo.
Às zero horas e vinte minutos do dia 25 de abril de 1974, a canção era transmitida na Rádio Renascença, a emissora católica portuguesa, como sinal para confirmar as operações da revolução. Por esse motivo, a ela ficou associada, bem como ao início da Democracia em Portugal.

   
As fotografias testemunham os momentos da Revolução.

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apontamento musical e histórico II

Paulo de Carvalho canta "E Depois do Adeus" que foi a canção que serviu de primeira senha à revolução de 25 de Abril de 1974. Com a transmissão de "E Depois do Adeus", pelos Emissores Associados de Lisboa às 22h55m do dia 24 de Abril de 1974, era dada a ordem para as tropas se prepararem e estarem a postos. O efetivo sinal de saída dos quartéis, posterior a este, seria a emissão, pela Rádio Renascença, de "Grândola, Vila Morena" de Zeca Afonso. A razão da escolha de "E Depois do Adeus" é clara: não tendo conteúdo político e sendo uma música em voga na altura, não levantaria suspeitas, podendo a revolução ser cancelada se os líderes do MFA concluíssem que não havia condições efetivas para a sua realização. A posterior radiodifusão, na emissora católica, de uma música claramente política de um autor proscrito daria a certeza aos revoltosos de que já não havia volta atrás, que a revolução era mesmo para arrancar. (Cf. Wikipédia)



(para ver Paulo de Carvalho em 2008 a cantar a mesma música, clicar aqui)

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"A Aventura de Ulisses"

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Dia do Planeta - música da natureza

A propósito do Dia do Planeta (22 de abril), aqui fica uma música gravada com os sons da natureza.


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Seleção de imagens do Dia do Agrupamento


Dia do Agrupamento / Dia Aberto / Feira Medieval no Agrupamento de Escolas Professor Lindley Cintra (23 de março de 2012).

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Uma sugestão...

Menin@s, aqui fica uma sugestão para leitura e muito estudo... um blogue com conteúdos de Língua Portuguesa 5º e 6º anos. Aproveitem e vão-se preparando já para o exame!


Entretanto, boas pausa!

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«Boletim Informativo»

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"A arte de passear passarinhos" de Faíza Hayat

A arte de passear passarinhos

Conheci Damião em Mata Escura, um subúrbio pobre de Salvador da Bahia. Era um adolescente magro, de olhos enormes e redondos, que brilhavam sem sossego contra o suave negrume da pele. Vi-o com duas gaiolas, uma em cada mão, e julguei que vendesse pássaros.
“Papa-capim”, disse-me: “machos. As fêmeas não cantam. São mais devagar.”
Agradou-me o canto dos pássaros. Quanto custavam?
O rapaz encolheu os ombros magros, surpreso. Não estavam à venda. Não lhe pertenciam. Ele apenas os passeava.
“Passeias passarinhos, tu?!”
Que sim, passeava-os. Os papa-capim cantam melhor se os passearem. Damião passeia outros pássaros: curiós, cardeais, coleiros, batuques, bicudos, arapongas, canários. Leva as gaiolas por entre o trânsito, num equilíbrio difícil, até um pequeno jardim e pendura-as numa árvore. Pagam-lhe por isso. Muito pouco, pois os proprietários das aves são gente humilde. O suficiente para não morrer de fome.
Damião já foi Cosme. Cosme era “avião”, o nome que se dá aos meninos que trabalham para os traficantes de drogas levando e trazendo encomendas. Depois deram-lhe uma arma. Chegou a ganhar 1500 reais por semana – cerca de 500 €. Comprou pulseiras de ouro. Relógios caros. Sapatos de ténis, roupas de marca.
Cosme tinha um irmão gémeo, chamado Damião, que não queria ter nada a ver com o tráfico. Passeava passarinhos. Uma noite a polícia entrou na favela e arrombou a porta do barraco onde os dois gémeos viviam com a mãe. Vinham à procura de Cosme e encontraram Damião. A mãe, desesperada, tentou chamar-lhes a atenção para o equívoco. Riram-se dela. Um dos polícias encostou uma pistola à cabeça de Damião e disparou. A mãe enlouqueceu de dor. Vagueava pelo abismo das ruas gritando o nome do filho morto. Cosme enterrou o irmão com os seus relógios e colares de ouro, óculos Ray-Ban, uns ténis que acendiam luzes. Enterrou-se a ele mesmo. A partir daquele dia passou a ser Damião. Fê-lo com tal convicção, tanto desprendimento e dedicação, que não só os vizinhos, os traficantes e a polícia se convenceram de que quem morrera fora de facto Cosme, como a própria mãe despertou uma manhã reconciliada com a vida.
“Damião”, perguntou a Cosme: “Você sabe me dizer como se chama a uma mãe que perde um filho? Essa dor não tem nome. Não chorarei mais. Seu irmão escolheu a morte. Você vai viver pelos dois.”
Limpou as últimas lágrimas e foi procurar trabalho na Feira de São Joaquim. Cosme, aliás, Damião, gosta do seu ofício. Conhece os caminhos que alegram os pássaros, o fresco das sombras que os fazem cantar.
É feliz? Talvez não, mas um dia chega lá.



Faíza Hayat, “XIS Ideias para Pensar”,
in Público, 12 de agosto de 2006

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"Na Estrada" 11 microcontos de Rinaldo de Fernandes

"Na Estrada"
11 microcontos
de Rinaldo de Fernandes


Carregar aqui na ligação

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Anedota com trocadilho

- Autocarro tem acento?
- Não!
- Ah não? Então, tens de ir de pé!



Cf. palavras homófonas aqui e aqui.

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Dicionário diferente - LETRA E


Ébano (nome): madeira de cor escura, quase preta

Ebulição (nome): que ferve, efervescência

Eduzir (verbo): deduzir, concluir

Egocêntrico (adj.): que se preocupa exclusivamente com a sua própria pessoa; egoísta

Eivar (verbo): contaminar

Emérito (adj.): jubilado; alegrado

Empolado (adj.): inchado

Emproado (adj.): que tem a proa virada para determinada direção

Emulativo (adj.): que produz emulação, satisfação

Encrenca (nome): pessoa inútil, desleixada, que complica tudo

Enfado (nome): aborrecimento

Enlevar (verbo): encantar, extasiar

Enregelar (verbo): congelar, ficar frio

Entorpecido (adj.): sem energia, enfraquecido

Enveredar (verbo): seguir em determinada direção

Escafandro (nome): fato de borracha que permite mergulhar

Escarlate (nome/ adj.): de cor vermelha

Espicular (verbo): dar forma de espiga

Espoar (verbo): limpar o pó

Êxtase (nome): arrebatamento, estado de quem está maravilhado com alguma coisa que vê




Recolha de todos os membros da turma


Em caso de dúvida, consulte-se um dicionário! Por exemplo, este ou este.

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Dicionário acrobático - LETRA D [as frases]

Bruno Pinto: Eu gosto de devaneios.

João: O António comeu um damasco.

Francisco P: O meu dentista é docente na Faculdade de Medicina Dentária.

Gabriela: Ele fez um comentário depreciativo.

Carolina: Ele está decúbito.

Maria: Os defuntos são enterrados no cemitério.

Inês C: Quando fui ao Planetário, vi um Deltoto.

Daniela: O meu avô tem um dardo guardado em casa há vinte anos.

Catarina: A mãe da Margarida mandou-a ir comprar um detersório.

Nayane B: Eu comi um damasco.

Bruno G: A noz é um durázio.

Xiao: A bruma desnorteia o navegante.

Guilherme: Vasco da Gama demandou a Índia.

Rodrigo: Eu dimidiei uma maçã.

Ana Rita: Vou desarraigar aquela planta venenosa.

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Dicionário acrobático - LETRA D


Dactiliografia (nome): descrição das pedras preciosas, ou de anéis gravados

Dafnáceas (nome): família de plantas

Damasco (nome): fruto pequeno amarelo

Dardo (nome): arma de arremesso em forma de lança

Deambular (verbo): passear

Debicar (verbo): comer pouco

Débil (adjetivo): que não tem força

Debruçar-se (verbo): pôr-se de bruços.

Decúbito (adjetivo): posição de quem está deitado

Defunto (nome): Pessoa que morreu; morto

Degelo (nome): fusão de gelo

Delito (nome): Infração à lei

Deltoto (nome): grupo de estrelas em forma de triângulo, junto à constelação da Andrómeda

Demandar (verbo): ir à procura de, buscar

Depravar (verbo): corromper.

Depreciativo (adjetivo): que envolve depreciação.

Depurar (verbo): tornar puro, limpar

Derrogar (verbo): revogar principalmente, abolir, anular.

Desabrir (verbo): irritar-se

Desacertadamente (adv.): erradamente

Desancar (verbo): bater, maltratar

Desarraigar (verbo): arrancar pela raiz

Desautorar (verbo): desautorizar, destituir

Desborrar (verbo): tirar as borras

Desbrio (nome): falta de brio (orgulho)

Descomedir-se (verbo): praticar excessos, disparatar

Desgalgar (verbo): descer apressadamente

Desinência (nome): extremidade de um órgão

Desinquietar (verbo): desafiar para o mal

Deslumbrante (adj.): maravilhoso, assombroso

Desnortear (verbo): desviar do rumo, fazer errar no caminho

Despojado (adjetivo): descontraído, relaxado, informal

Destarte (adv.): deste modo, desta forma, assim

Desvão (nome): recanto

Desvergonhamento (nome): desvergonha

Detersório (nome): detergente

Déu (nome): andar de déu em déu – andar de casa em casa.

Deunce (nome): onze duodécimas partes da unidade

Devaneio (nome): fantasia

Diáfano (adjetivo): translúcido ou limpo

Diluvioso (adj.): que causa inundações

Dimidiar (verbo): dividir ao meio

Diminuto (adj.):pequeno, reduzido, diminuído

Discente (nome): aluno, discípulo

Discordância (nome): divergência, desacordo

Dispneia (nome): dificuldade em respirar

Disseminação (nome): Transporte e dispersão das sementes por ação do vento, da água ou dos animais

Dobadeira (nome): mulher que doba

Docente (nome): professor

Dormideira (nome): espécie de papoila

Duplex (nome): habitação de dois andares que comunicam entre si

Durázio (adj.): com casca rija




Recolha de todos os membros da turma


Em caso de dúvida, consulte-se um dicionário! Por exemplo, este ou este.

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Susaninha em discurso direto...


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Dicionário de esquisitices - LETRA C



Inês M.: Eu utilizo a cubatura.
Ana Rita: Aqueles miúdos estão um bocado chalados.
Guilherme: Vi na televisão pessoas em controvérsia contra o governo.
Rodrigo: Eu vi uma pessoa cogitar na igreja.
Xiao: Há doenças que são contagiosas.
Inês C: A Jacinta é uma caganifrates.
Daniela: Eu comi um pêssego cru.
Catarina: A Rita tem uma doença cancerígena.
Bruno G: Encontrei uma capivara.
Nayane: O problema dela é cutâneo.
Francisco P: Tu coabitas com animais.
João: Aquele livro está coeso.
Bruno P: Em minha casa, há um certame.



Em caso de dúvida, consulte-se um dicionário! Por exemplo, este ou este.