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Somos as melhores tangerinas C, os alunos da turma C do 6º ano da EB 2.3 Professor Lindley Cintra. Sejam bem-vindos! ^-^ Explorem este espaço, comentem-nos e voltem sempre. ~_~

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apontamento musical e histórico I

"Grândola, Vila Morena" é a canção composta e cantada por Zeca Afonso que foi escolhida pelo Movimento das Forças Armadas (MFA) para ser a segunda senha de sinalização da Revolução dos Cravos.
A canção refere-se à fraternidade entre as pessoas de Grândola, no Alentejo, e teria sido banida pelo regime salazarista como uma música associada ao Comunismo.
Às zero horas e vinte minutos do dia 25 de abril de 1974, a canção era transmitida na Rádio Renascença, a emissora católica portuguesa, como sinal para confirmar as operações da revolução. Por esse motivo, a ela ficou associada, bem como ao início da Democracia em Portugal.

   
As fotografias testemunham os momentos da Revolução.

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apontamento musical e histórico II

Paulo de Carvalho canta "E Depois do Adeus" que foi a canção que serviu de primeira senha à revolução de 25 de Abril de 1974. Com a transmissão de "E Depois do Adeus", pelos Emissores Associados de Lisboa às 22h55m do dia 24 de Abril de 1974, era dada a ordem para as tropas se prepararem e estarem a postos. O efetivo sinal de saída dos quartéis, posterior a este, seria a emissão, pela Rádio Renascença, de "Grândola, Vila Morena" de Zeca Afonso. A razão da escolha de "E Depois do Adeus" é clara: não tendo conteúdo político e sendo uma música em voga na altura, não levantaria suspeitas, podendo a revolução ser cancelada se os líderes do MFA concluíssem que não havia condições efetivas para a sua realização. A posterior radiodifusão, na emissora católica, de uma música claramente política de um autor proscrito daria a certeza aos revoltosos de que já não havia volta atrás, que a revolução era mesmo para arrancar. (Cf. Wikipédia)



(para ver Paulo de Carvalho em 2008 a cantar a mesma música, clicar aqui)

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"Na Estrada" 11 microcontos de Rinaldo de Fernandes

"Na Estrada"
11 microcontos
de Rinaldo de Fernandes


Carregar aqui na ligação

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O Gato Que Perdeu a Lua


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"A MENINA QUE SÓ ENXERGAVA CINEMA" por RODRIGO LEME (visto AQUI)

Acrescentamos: "... NEM À LEITURA!"

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curta-metragem de animação

Esta curta-metragem tem uma mensagem excelente, pois demonstra a alegria e a felicidade que resultam da partilha. Percebe-se, assim, que quem dá sempre receberá!

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A Casa Sincronizada


A Casa Sincronizada, Inês Pupo (texto), Gonçalo Pratas (texto, música), Pedro Brito (ilustrações), Caminho

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"Se eu fosse um livro"

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Os pássaros (e os preconceitos)

Este curtíssimo filme de animação serve para rir. Mas também para pensar. Aliás, diria até que serve sobretudo para pensar sobre o preconceito e a diferença...
E o final fez-me lembrar logo do provérbio: quem ri no fim, ri melhor...


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«A menina que odiava livros»

Um vídeo com uma história para verem com atenção: clicar aqui.

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K. Yumoto + K. Sakai, O urso e o gato selvagem

É possível folhear o último volume editado pela Bruaá:
K. Yumoto + K. Sakai, O urso e o gato selvagem
"Um dia de manhã, o urso estava a chorar. O seu amigo passarinho tinha morrido". Eis as primeiras frases de um livro singular e comovente, cujo texto poético e depurado nos envolve numa atmosfera de emoções profundas, despoletadas pelos temas da amizade e da morte: o suportar a perda de um amigo, o luto que se desenrola entre a solidão e a revolta, a incompreensão, as memórias, a despedida e a promessa de um novo começo. A eloquência da história de Kazumi Yumoto dá-nos a conhecer um urso consumido pela tristeza provocada pelo desaparecimento do seu amigo. Incapaz de aceitar o sucedido e adiando a despedida eminente, tudo mudará ao conhecer um gato selvagem que o ajudará a recuperar e a seguir caminho.



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A velha casa misteriosa, pela Carolina

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Esqueci-me como se chama

Para abrir e ler aqui os textos "Uma história" e "No jardim zoológico" do livro Esqueci-me como se chama de Daniil Harms, basta clicar sobre a imagem e aumentar (usando a lupa).


Boas leituras!