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"Grândola, Vila Morena" é a canção composta e cantada por Zeca Afonso que foi escolhida pelo Movimento das Forças Armadas (MFA) para ser a segunda senha de sinalização da Revolução dos Cravos.
A canção refere-se à fraternidade entre as pessoas de Grândola, no Alentejo, e teria sido banida pelo regime salazarista como uma música associada ao Comunismo.
Às zero horas e vinte minutos do dia 25 de abril de 1974, a canção era transmitida na Rádio Renascença, a emissora católica portuguesa, como sinal para confirmar as operações da revolução. Por esse motivo, a ela ficou associada, bem como ao início da Democracia em Portugal.
As fotografias testemunham os momentos da Revolução.
quarta-feira, 25 de abril de 2012
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Paulo de Carvalho canta "E Depois do Adeus" que foi a canção que serviu
de primeira senha à revolução de 25 de Abril de 1974.
Com a transmissão de "E Depois do Adeus", pelos Emissores Associados de
Lisboa às 22h55m do dia 24 de Abril de 1974, era dada a ordem para as
tropas se prepararem e estarem a postos. O efetivo sinal de saída dos
quartéis, posterior a este, seria a emissão, pela Rádio Renascença, de
"Grândola, Vila Morena" de Zeca Afonso.
A razão da escolha de "E Depois do Adeus" é clara: não tendo conteúdo
político e sendo uma música em voga na altura, não levantaria suspeitas,
podendo a revolução ser cancelada se os líderes do MFA concluíssem que
não havia condições efetivas para a sua realização. A posterior
radiodifusão, na emissora católica, de uma música claramente política de
um autor proscrito daria a certeza aos revoltosos de que já não havia
volta atrás, que a revolução era mesmo para arrancar. (Cf. Wikipédia)
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Esta curta-metragem tem uma mensagem excelente, pois demonstra a alegria e a felicidade que resultam da partilha. Percebe-se, assim, que quem dá sempre receberá!
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A Casa Sincronizada, Inês Pupo (texto), Gonçalo Pratas (texto, música), Pedro Brito (ilustrações), Caminho
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Este curtíssimo filme de animação serve para rir. Mas também para pensar. Aliás, diria até que serve sobretudo para pensar sobre o preconceito e a diferença...
E o final fez-me lembrar logo do provérbio: quem ri no fim, ri melhor...
E o final fez-me lembrar logo do provérbio: quem ri no fim, ri melhor...
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É possível folhear o último volume editado pela Bruaá:
K. Yumoto + K. Sakai, O urso e o gato selvagem
K. Yumoto + K. Sakai, O urso e o gato selvagem
"Um dia de manhã, o urso estava a chorar. O seu amigo passarinho tinha morrido". Eis as primeiras frases de um livro singular e comovente, cujo texto poético e depurado nos envolve numa atmosfera de emoções profundas, despoletadas pelos temas da amizade e da morte: o suportar a perda de um amigo, o luto que se desenrola entre a solidão e a revolta, a incompreensão, as memórias, a despedida e a promessa de um novo começo. A eloquência da história de Kazumi Yumoto dá-nos a conhecer um urso consumido pela tristeza provocada pelo desaparecimento do seu amigo. Incapaz de aceitar o sucedido e adiando a despedida eminente, tudo mudará ao conhecer um gato selvagem que o ajudará a recuperar e a seguir caminho.
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Para abrir e ler aqui os textos "Uma história" e "No jardim zoológico" do livro Esqueci-me como se chama de Daniil Harms, basta clicar sobre a imagem e aumentar (usando a lupa).
